domingo, 27 de janeiro de 2008

Um parêntese no rebuscar do passado

Crys/
Quem diria, quem diria
Que este dia chegaria?
Pois chegou todo sorriso!
Trazendo na intimidade
Uma explosão de magia
Uma peça fundamental
Um naco de um povo
De se tirar o chapéu.
Sufragada por amigos
Ciumentos ou não
Barulhentos com certeza
Todos gritam e têm razão.
É linda, é fofa é água de beber,
É ímpar, tem sal, é sem igual,
É doce, puramente tropical.
Sem concorrente, nem gêmea tem,
Ninguém lhe pega no pé!
Irreverente, inconseqüente
Nada tem de indecente, é gente.
É Amazona, guerreira descendente!
Fala baixo e pensa alto, sem freio,
Para o que der e vier.
E no atropelo de seus escritos
Sucumbe a si, sucumbe a nós
Mulheres e homens... em êxtase
Sem pejo de declarar.../
A graça do seu existir.

**Naturalmente com beijos.

3 comentários:

Luma disse...

Crys, lendo sua poesia e tomando cuidado para não esbarrar nos cristais!! Beijus

Du disse...

Vim retribuir a visita e dizer que seu blog é lindo!

Beijos

Adri /Dri /Drika disse...

Parabéns belo bom gosto, belo poema ;)